Polícias não desistem e manifestam-se em Lisboa.

Subsídio de risco: Polícias não desistem e manifestam-se em Lisboa. “Não vamos parar de fazer protestos até que nos ouçam”

Em comunicado conjunto, as forças de segurança revelam que hoje, “a partir das 10h30 estarão alguns representantes dos sindicatos da
plataforma, na reunião que decorre no Ministério da Administração Interna (MAI), a defender a proposta do suplemento de risco no valor de
430,39 euros defendida por todas as associações da plataforma”.

“Enquanto a reunião decorre estarão no exterior dirigentes das associações e todos os polícias que entendam e possam estar presentes a manifestar-se por uma proposta digna do Governo, que este teima em não conceder”, adiantam.

Os sindicatos continuam “intransigentes no valor de 430,39 euros”, uma vez que foi este o valor calculado pelo Governo para o risco de outros profissionais das forças e serviços de segurança. “Tendo em conta o princípio da universalidade e da justiça não poderemos ter um valor menor”, sublinham.

O suplemento a atribuir, defendem, “deverá versar exclusivamente o risco e não se admite a sua acumulação com outro tipo de compensação remuneratória”.

Pedro Carmo, da Organização Sindical dos Polícias (OSP) espera que nesta reunião, que é acompanhada no exterior pelo protesto, “haja uma proposta do Governo, que seja mais ajustada e equiparada àquilo que as estruturas sindicais estão a pedir”.

“O que pedimos é razoável, a nível de igualdade para com outros serviços e forças de segurança e queremos que o Governo se aproxime de alguma desse valor, o mais possível, nem que seja por diversas fases”, refere à Multinews.

O dirigente espera que hoje não seja definido um “novo adiamento, mas sim uma proposta concreta nesse sentido, de podermos dialogar e chegar ao valor pretendido”, disse garantindo: “Não vamos parar de fazer protestos e manifestos até que nos ouçam e que isso aconteça”.

Questionado sobre a adesão à ação, o responsável não está preocupado com isso mas sim com o impacto que vão causar. “O objetivo não passa por uma grande movimentação de massa, mas sim por marcar presença, dizer que estamos cá e não desistimos, seja onde for”, conclui.

 

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