Governo propõe salário médio da PSP de 2007€

Salário médio de um PSP deve fixar-se em 2007 euros,

propõe Governo

 

O Governo deve propor, na reunião com os sindicatos da polícia esta quarta-feira, juntar todos os suplementos e acrescentar-lhes mais cerca de 100 euros, de modo a que o salário médio de um agente da PSP passe para os 2007 euros mensais, avança o ‘Correio da Manhã’ (CM).

Segundo a mesma publicação, a proposta fará também com que o ordenado médio de um militar da GNR se fixe nos 1835 euros por mês, elevando os salários médios das forças de segurança para muito acima daqueles auferidos na Função Pública (1798 euros).

Caso seja aceite, adianta o jornal, a proposta do Governo só é válida para o próximo Orçamento do Estado (2022), entrando em vigor a 1 de janeiro.

De recordar que a reunião de hoje é a terceira entre as forças sindicais e o secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, Antero Luís, responsável pela pasta.

Os sindicatos continuam “intransigentes no valor de 430,39 euros” para o subsídio de risco, uma vez que foi este o valor calculado pelo Governo para outros profissionais das forças e serviços de segurança. “Tendo em conta o princípio da universalidade e da justiça não poderemos ter um valor menor”, sublinham.

O suplemento a atribuir, defendem, “deverá versar exclusivamente o risco e não se admite a sua acumulação com outro tipo de compensação remuneratória”.

Pedro Carmo, da Organização Sindical dos Polícias (OSP) espera que nesta reunião, que é acompanhada no exterior por um protesto, “haja uma proposta do Governo, que seja mais ajustada e equiparada àquilo que as estruturas sindicais estão a pedir”.

“O que pedimos é razoável, a nível de igualdade para com outros serviços e forças de segurança e queremos que o Governo se aproxime de alguma desse valor, o mais possível, nem que seja por diversas fases”, refere à Multinews.

O dirigente espera que hoje não seja definido um “novo adiamento, mas sim uma proposta concreta nesse sentido, de podermos dialogar e chegar ao valor pretendido”, disse garantindo: “Não vamos parar de fazer protestos e manifestos até que nos ouçam e que isso aconteça”.

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