Denúncia de má gestão de pessoal contra a Covid-19

Dois sindicatos da PSP, Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP), e Organização Sindical dos Polícias (OSP), denunciaram junto do Ministério da Administração Interna exemplos de má gestão de pessoal dentro desta força de segurança, em face da epidemia de coronavírus que o país atravessa.

O SPP enviou um requerimento à tutela, criticando o facto de 565 agentes, recém-saídos do curso de formação de agentes, na Escola Prática de Polícia de Torres Novas, sejam colocados na rua numa altura em que está declarado o Estado de Emergência por questões sanitárias.

Para o SPP, vivemos "uma altura dramática, na qual se vai agora enviar para o terreno sem proteção ou material de reforço policial estes 565 novos polícias".

Por isso, considera o SPP, "não existem condições para que estes agentes façam o estágio nas ruas, sem os equipamentos mínimos necessários para se protegerem a si e a terceiros".

Em alternativa, o SPP pede a anulação do estágio dos 565 novos polícias, e a sua nomeação provisória como polícias, colocando-os em serviço efetivo em locais a determinar pela hierarquia.

A OSP, por seu turno, discorda da gestão do efetivo nas esquadras. O sindicato propõe que todos os serviços administrativos nas esquadras sejam divididos. Assim, 50 % do efetivo destinado a este trabalho deve fazer turnos de 12 horas diárias, durante sete dias seguidos, sendo na semana seguinte substituído pelos outros 50%.

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